A prisão preventiva corriqueira, sem critérios, servindo a juízes desprovidos do senso de Justiça, é uma vergonha para o Brasil.
As pessoas que não conhecem o Direito e confundem PRISÃO com JUSTIÇA, se indignam quando pessoas que conhecem a realidade das prisões no Brasil, querem soltar alguns milhares de presos.
Querem soltar alguns milhares de presos, não por bondade ou benesse, mas porque sabem que estas pessoas não deveriam estarem presas.
Jogar pessoas em prisões tornou-se uma forma de se apropriar da vida e de bens de pessoas.
Juízes imbuídos de má fé, ou a serviço de manda chuvas que dominam alguns meios da sociedade, indevidamente, mandam prender pessoas, sem nenhum critério.
É preciso term em mente, que a prisão, independente do sofrimento físico, destrói a vida de uma pessoa, em sua honra, em sua dignidade, destrói a família e os laços sociais dessa pessoa.
É uma irresponsabilidade, que precisa ser extirpada da sociedade.
Prisão deveria ser o último recurso a ser utilizado, depois de analisadas todas as provas, e ter dado oportunidade de defesa.
Não estamos aqui, falando de assassinatos, roubos praticados pela corrupção, provados.
O Brasil precisa, sim, libertar milhares de presos.
E, não me venham com esta estória de violência. Porque, nunca ocorreram tantas prisões quanto nos últimos anos. Aliás, foi no governo de Lula que se construiu a maior quantidade de penitenciárias, no Brasil. E, a violência ficou fora de controle.
Ao invés de construir escolas e hospitais, Lula construiu penitenciárias.
Violência é gerada, quando não se respeita o direito do outro. Quando o governo não corresponde ao seu papel de prover necessidades básicas, como saúde, moradia e emprego.
A Justiça deve fazer um mutirão, para libertar presos provisórios, acusados de crimes de menor potencial ofensivo.
Esta providência, além de se começar a fazer justiça, irá estancar o desvio de verbas para as penitenciárias, fazendo com que recursos que são alocados para alimentar presidiários possam ser utilizados na saúde pública, por exemplo.


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