Filho de minha alma, filho de meu coração!
Te amo.
Te criei como filho e voce me adotou como mãe.
Quanto carinho. Quanto cuidado.
Voce precisava me contar o que acontecia.
Entretanto, vendo que eu me encontrava num mundo ideal, onde não conseguia enxergar a maldade do ser humano, preferiu silenciar.
Esta semana, olhando os diversos músicos anônimos usando o piano que voce colocou na Rodoviária de São Paulo, à disposição do povo, vejo quanta sabedoria continha no gesto de um menino, que só queria concretizar para o ser humano, as benesses do criador: a liberdade, a arte, o alimento, a moradia e o respeito.
Voce nem imagina, quantos músicos anônimos, chegam e tocam aquele piano na Rodoviária de São Paulo.
Talvez, alguns até sobrevivam daquela caixinha.
Mas, isso não importa. Tenho certeza que quando voce colocou aquele piano à disposição na Rodoviária, pensou que o povo tinha direito a ouvir música de piano, e a tocar o piano.
E, como este objetivo foi alcançado!



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