Tal qual a esposa de Potifar, a falsa vítima se aproveita de seu cargo para usar o Poder Judiciário para se vingar.
Toda pessoa que erra, deve pagar pelos seus erros DE ACORDO COM A LEI e DIREITOS CONSTITUCIONAIS.
O que não está certo é manter uma pessoa presa, ao arrepio da lei.
O que está errado é atentar aos direitos constitucionais de uma pessoa presa, porque se é juíza titular da Vara Criminal onde tramita o processo criminal contra a pessoa que ousou se insurgir contra aquela.
Analisando o caso, verifica-se no depoimento da vítima, juíza Ludmila Lins Grilo, que esta afirma que começou a receber mensagens injuriosas do ofensor, em seu Instagram e Whatsapp, no início de 2020.
Mas apenas, em dezembro/2020 foi à polícia apresentar Notitia Criminis.
É do conhecimento geral, que qualquer pessoa que receba mensagens injuriosas pode bloquear o emissor dessas mensagens, ou denunciá-lo ao PROVEDOR.
O mais estranho neste caso, é que a juíza Ludmila Lins Grilo, passou quase o ano inteiro de 2020, segundo seu depoimento, recebendo tais mensagens injuriosas e não fez nada.
A referida juíza é famosa pelas notícias na internet. Defensora do não uso de máscaras, defensora das aglomerações. Não faz segredo disso a ninguém.
O mais interessante, é que diz o MP e seus colegas que estão agindo no caso, que ela está psicologicamente afetada, amedrontada. Mas, não é o que a internet está demonstrando. Ela continua a todo vapor em suas redes sociais e no youtube.
E, então vemos, o nível do corporativismo no Judiciário.
Existem bons juízes. Tenho todo o respeito pelo STF e STJ, mas alguns juízes se utilizam de seus cargos, para oprimir, satisfazendo interesses próprios.




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