Talvez, melhor do que deixar corpos abandonados em caminhões frigoríficos ou corredores externos de hospitais, seja a cremação desses corpos, cujas cinzas podem ser entregues às famílias.
Este procedimento, inclusive, é mais prudente, no caso de uma doença tão contagiosa.
Sinceramente, desconheço se no Brasil existe algum óbice a este procedimento.
Entretanto, é mais digno, tanto para a pessoa falecida, quanto para a família, e para aqueles que não tem túmulos, do que ser enterrado numa vala comum.
Para o Estado, será também uma solução mais eficiente do que as valas comuns.


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