Apesar do que diz a polícia, na verdade, na prática, nunca houve responsabilização de policiais por balas perdidas, vidas de inocentes ceifadas por nada, atos de violência sem causa.
Veja, se não havia um tiroteio, um confronto entre policiais e marginais, o que sobra é a completa falta de responsabilidade da Polícia, no caso Agata.
O que o governo do Rio de Janeiro não quer entender, é que a polícia civil e a polícia militar trabalham separadamente, sem planejamento e inteligência.
É o caso de juntar as polícias, para formar apenas uma corporação, com parte dela fazendo o trabalho de inteligência e burocrático e a outra parte fazendo o trabalho de campo.
No caso das armas, é o caso de buscas em todos os domicílios das áreas de risco, sem tiroteio, com o apoio do exército. Dessa forma, será possível a apreensão de milhares de armas, e a partir daí, a fiscalização cerrada nos pontos de chegada dessas armas no Rio de Janeiro, para impedir a distribuição ou a venda das armas.
Veja, que para isso acontecer é necessário extirpar a corrupção do meio policial. Policiais ligados às milícias e facções criminosas devem ser severamente punidos.
O governo do Rio de Janeiro, deve estar ciente, que o fato da polícia atirar não intimida bandidos, preparados para morrer se necessário.
Tiros a esmo, apenas para assustar bandidos, serve para trucidar vidas inocentes.


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