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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Atrás do Joesley, está Lula!




                                    VERGONHA NACIONAL: atrás de Joesley e Wesley está Lula.

             
              Joeley Batista e seus irmãos se aproveitaram de financimentos a custo zero, feitos com o dinheiro de centenas de trabalhadores despedidos sem justa causa, no Banco do Brasil S.A, que nunca receberam seus direitos. É o meu caso.

              Por isso, não se trata só do BNDS, o Banco do Brasil está envolvido nesta ilegalidade. E, para que não houvesse denúncia, houve perseguições, agressões, assassinatos, periclitação de vida, tudo acontecendo sob o olhar conivente de elementos da Justiça, e participação de policiais civis.

             Perseguem a família, incriminam a pessoa com crimes impossíveis, para que perca a credibilidade. É assim que a polícia civil age. E, isso explica porque Joesley foi depor na Polícia Federal, acompanhado de dois capangas armados, pertencentes aos quadros da polícia civil. Esta é a prova cabal do envolvimento da polícia civil com toda esta sujeira que inunda o Brasil.

                     Joesley Batista não só pagou propina, ele perseguiu, pagou policiais para matar, dopar e se utilizou de criminosos para mandar dopar e estuprar, como forma de intimidar, fragilizar e impedir que os reais proprietários desse dinheiro que diz que ganhou, mas foi roubado, reclamassem seus direitos.

                    "O acordo fechado com a Procuradoria-Geral da República (PGR), por outro lado, foi considerado espantoso, por garantir privilégios inéditos a Joesley e Wesley Batista. Ele foi chamado de “delação megapremiada”, o que tem feito alguns ministros do Supremo Tribunal Federal cogitar a revisão de alguns termos do acordo. Os irmãos, por exemplo, não serão presos ou usarão tornozeleira eletrônica. Seus termos preveem ainda que a dupla não será afastada de suas funções executivas em suas empresas e terá ainda o direito de morar nos Estados Unidos. Os Batista, assim como outros cinco delatores, pagarão uma multa de R$ 225 milhões em dez anos, uma ninharia se comparada ao patrimônio da família. Segundo declarações do Imposto de Renda de pessoas físicas, entregues à PGR, os donos da JBS lucraram R$ 163 milhões em 2016. “Eles sempre foram bom negociadores”, diz uma fonte que conhece os irmãos. “Parece que souberam negociar bem sua delação.”
Os irmãos Batista, de fato, são exímios negociadores. Foi na base da conversa, com seu sotaque caipira de Goiás, em que a concordância verbal e o plural de algumas palavras não são uma prioridade, que eles construíram um império empresarial. É claro que os bilhões do BNDES e de fundos de pensão ajudaram bastante a erguer o conglomerado. A J&F, holding da família, é dona, além da JBS, da fabricante de celulose Eldorado, das empresas de calçados Alpargatas, de laticínios Vigor e de higiene e limpeza Flora, além do Banco Original. Tudo começou em 1953, quando o patriarca José Batista Sobrinho criou uma pequena casa de carnes em Anápolis, em Goiás. Anos depois, Zé Mineiro, como ele é conhecido, foi para Brasília, onde passou a vender carnes para as empreiteiras que construíram a capital federal no governo de Juscelino Kubitschek no fim dos anos 1950."

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